quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Conclusão o Jogo vs o Livro

O Livro vem bem de encontro a proposta do jogo no Site www.ikariam.com.br, resumidamente o jogo se da a uma colônia a qual existem necessidades reais da população por exemplo vinho, o jogo acontece em tempo real movimentando dinheiro e mercadorias.



Para montar a colônia primeiramente é necessário o estudo de alguns itens necessário como navegação marítima, economia, ciência e militar, enquanto isso surgem as necessidades da população da colônia, essa necessidade nos leva a globalização, sendo necessário a importação de alguns itens e a estratégia de logística, para isso capitulo 7 do livro nos da uma boa base e estratégia de atuação e crescimento da colônia.

A cidade montada pelo grupo sofreu constantes ataques a sua reserva em função da falta de um item indisponível para a compra, o "enxofre", que possibilita a montagem de tropas defensoras da colônia, o que impossibilitou um maior crescimento em população e colônias.



Porém todas as necessidades da população foram atendidas. Trocando mensagens com alguns outros participantes agora estamos propondo a troca de cristais (extração na ilha) por enxofre. hoje a colônia conta com somente 240 pessoas, uma academia bem evoluída para novos estudos, um palácio para diplomacia e novos espaços para população, estaleiros, mercados para troca de itens, entre outros.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Cap. 7 (Pensamento global, ação local)

As experiências que as organizações estão ganhando a cada dia sugerem que certas tarefas e funções prestam-se ao controle central enquanto outras ao gerenciamento local. Hoje em dia as organizações encontram-se na situação de ter de aplicar as lições prendidas das oportunidades para aprimoramento de custos e serviços mediante o melhor gerenciamento logístico em nível nacional. O sucesso atualmente é mais determinado mais pelo modo como se gerencia e se controla o canal logístico global.

O impacto das aquisições globais

O livro cita um exemplo disso e apresenta o impacto que aquisições globais podem ter sobre uma empresa. O case é da Marks & Sepenser, rede de varejo do Reino Unido, que ora era exemplo de empreendimento expandido e logo não conseguiu corresponder às mudanças ocorridas na sua base de clientes, até então fies à rede. Os clientes queriam estilos variados e diferenciados a preços mais baixos e disponíveis de imediato. E o mercado já estava se tornando bem concorrido. Os varejistas começaram a enfocar na redução de custos e em uma demanda de melhor qualidade.

A fim de reduzir seus custos a rede varejista em questão procurou fazer suas aquisições globais de outro país porém não se atentando a assegurar a capacidade de transporte e cotas de importação têxtil antes da temporada. A falta de Know-How levou a empresa a depender do longo prazo de antecedência com que precisavam fazer seus pedidos o que fez crescer também a dependência em relação às previsões de novos estilos, cores e volumes bem antes das temporadas. A tendência era das previsões que geralmente eram incorretas, era ou o excesso ou a falta de estoque. Todos esses fatores contribuíram para a uma lucratividade negativa.

Em suma o que tinha objetivo de reduzir os custos na cadeia de suprimentos passou a ter alto custo. A estratégia seria correta somente para itens padronizados em grandes volumes, como camisas e meias para homens. Até que a alta diretoria percebeu a necessidade de rever a estratégia e no próximo ano dividiu o vestuário a fim de nem faltar e não sobrar e as mais sofisticadas não terem previsões erradas, a empresa alternou entre o exterior e fornecedores locais para lhe atenderem no próximo ano.

O tempo de viagem tornou-se um dos principais fatores nas de aquisições de um produto. Geralmente somente se investe em centros de baixo custo espalhados por todo planeta, quando são adquiridos itens padronizados , para os quais se espera uma demanda previsível e constante e que possui o melhor custo benefício. Mas a ênfase é na resposta rápida para linhas em que é difícil prever demanda

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Cap. 7 (Organizando a logística global)

À medida que as empresas expandiram suas cadeias de suprimentos intencionalmente, foram forçadas a enfrentar a questões de como estruturar a organização logística global. Seguindo diferentes caminhos, essa s empresas chegaram às mesmas conclusões: a eficácia na logística global só pode ser obtida por meio do elemento maior de centralização.

A implementação da estratégia global pode ainda ser ajustada para levar em conta as diferenças e necessidades nacionais. Como ambientes específicos de mercado e características setoriais são diferentes de companhia par outra, é arriscada oferecer soluções que possam ser generalizadas. Vários princípios gerais começam a surgir:
• para se obter uma otimização mundial dos custos, a estrutura estratégica e o controle geral dos fluxos logísticas devem ser centralizados;
• o controle e o gerenciamento do serviço ao cliente devem ser localizados no que diz respeito as necessidades de mercados específicos, garantindo assim a obtenção e a manutenção de vantagem competitiva;
• a medida que aumenta a tendência a terceirizar tudo menos as competências principais, então o mesmo acontece para a necessidade de coordenação global.
• Um sistema de informação logística global é o pré- requisito para possibilitar o atendimento de necessidades locais de serviço, ao mesmo tempo que se busca a otimização do custo global.

Decisões de localização constituem determinante básico de lucratividade em logística internacional. A decisão sobre onde fabricar, montar, estocar, transladar e consolidar pode fazer a diferença entre o lucro e o prejuízo.
Como os mercados locais têm suas próprias características e necessidades especificas, e mais vantajoso formular localmente as estratégicas de marketing embora no geral, seguindo diretrizes globais.

Para gerenciar e controlar a rede de parceiros e fornecedores é preciso combinar esforços de âmbito central e local. Mais uma vez, o argumento é de que decisões estratégicas precisam ser centralizadas, mas o monitoramento e controle do desempenho dos fornecedores e o contato com os parceiros logísticos devem ser gerenciados preferencialmente em nível local.

O gerenciamento da logística global, na verdade, é o gerenciamento dos fluxos de informação. O sistema de informação é o mecanismo pelo qual os complexos fluxos de matérias primas, peças, submontagens e produtos acabados podem ser coordenados para se obter um serviço com menor custo associado. Daí a necessidade de sistemas de informação que possam fazer uma leitura da demanda em cada nível do canal e proporcionar o impulso necessário para o sistema logístico centralizado.