quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Cap. 7 (Pensamento global, ação local)

As experiências que as organizações estão ganhando a cada dia sugerem que certas tarefas e funções prestam-se ao controle central enquanto outras ao gerenciamento local. Hoje em dia as organizações encontram-se na situação de ter de aplicar as lições prendidas das oportunidades para aprimoramento de custos e serviços mediante o melhor gerenciamento logístico em nível nacional. O sucesso atualmente é mais determinado mais pelo modo como se gerencia e se controla o canal logístico global.

O impacto das aquisições globais

O livro cita um exemplo disso e apresenta o impacto que aquisições globais podem ter sobre uma empresa. O case é da Marks & Sepenser, rede de varejo do Reino Unido, que ora era exemplo de empreendimento expandido e logo não conseguiu corresponder às mudanças ocorridas na sua base de clientes, até então fies à rede. Os clientes queriam estilos variados e diferenciados a preços mais baixos e disponíveis de imediato. E o mercado já estava se tornando bem concorrido. Os varejistas começaram a enfocar na redução de custos e em uma demanda de melhor qualidade.

A fim de reduzir seus custos a rede varejista em questão procurou fazer suas aquisições globais de outro país porém não se atentando a assegurar a capacidade de transporte e cotas de importação têxtil antes da temporada. A falta de Know-How levou a empresa a depender do longo prazo de antecedência com que precisavam fazer seus pedidos o que fez crescer também a dependência em relação às previsões de novos estilos, cores e volumes bem antes das temporadas. A tendência era das previsões que geralmente eram incorretas, era ou o excesso ou a falta de estoque. Todos esses fatores contribuíram para a uma lucratividade negativa.

Em suma o que tinha objetivo de reduzir os custos na cadeia de suprimentos passou a ter alto custo. A estratégia seria correta somente para itens padronizados em grandes volumes, como camisas e meias para homens. Até que a alta diretoria percebeu a necessidade de rever a estratégia e no próximo ano dividiu o vestuário a fim de nem faltar e não sobrar e as mais sofisticadas não terem previsões erradas, a empresa alternou entre o exterior e fornecedores locais para lhe atenderem no próximo ano.

O tempo de viagem tornou-se um dos principais fatores nas de aquisições de um produto. Geralmente somente se investe em centros de baixo custo espalhados por todo planeta, quando são adquiridos itens padronizados , para os quais se espera uma demanda previsível e constante e que possui o melhor custo benefício. Mas a ênfase é na resposta rápida para linhas em que é difícil prever demanda

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